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	<title>Comunidade Buddhista Nalanda</title>
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	<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 22:33:33 +0000</pubDate>
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		<title>Interpretações incorretas</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 14:07:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há quem se compraza em fazer do Buddha um não-humano. Eles citam uma passagem do Anguttara Nikaya (II, 37), traduzem-na erroneamente e a interpretam incorretamente. A história é esta:
Uma vez o Buddha estava sentado sob uma árvore em postura meditativa, seus sentidos calmos, sua mente quieta, tendo atingido o controle supremo e a serenidade. Então [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem se compraza em fazer do Buddha um não-humano. Eles citam uma passagem do Anguttara Nikaya (II, 37), traduzem-na erroneamente e a interpretam incorretamente. A história é esta:</p>
<p>Uma vez o Buddha estava sentado sob uma árvore em postura meditativa, seus sentidos calmos, sua mente quieta, tendo atingido o controle supremo e a serenidade. Então um brahmana, de nome Dona, aproximou-se do Buddha e perguntou:</p>
<p>“Senhor, és um deus, um deva?”<br />
“Não, brahmana”.<br />
“Senhor, és um anjo celestial, um gandhabba?”<br />
“Não, brahmana”.<br />
“Senhor, és um demônio, um yakkha?”<br />
“Não, brahmana”.<br />
“Senhor, és um ser humano, um manussa?”<br />
“Não, brahmana”.<br />
“Então, senhor, o que és?”</p>
<p>Agora compreenda a resposta do Buddha cuidadosamente:</p>
<p><span id="more-502"></span>“Brahmana, quais sejam as nódoas (<em>asavas</em>) [1] graças às quais a presença de uma pessoa possa ser identificada como um deus ou um anjo celestial ou um demônio ou um ser humano, todas essas nódoas em mim foram abandonadas, cortadas pela raiz, como com o cepo de uma palmeira, retirados, e não são mais sujeitos ao surgimento futuro. Assim como, brahmana, um lótus azul ou vermelho ou branco nascido na água, cresce na água e se ergue sobre a água intocada por ela, também eu, que nasci no mundo e cresci no mundo, transcendi o mundo e vivo intocado pelo mundo. Lembre-se de mim como um que é iluminado (<em>Buddhoti mam dharehi brahmana</em>)”.</p>
<p>O que o Buddha disse era que ele não era um deus ou anjo celestial ou um demônio ou um ser humano com nódoas. Disso dito acima é claro que o Buddha queria que o brahmana soubesse que ele não era um ser humano com nódoas. Ele não queria que o brahmana o colocasse em nenhuma dessas categorias. O Buddha estava no mundo mas não era do mundo. Isso é claro pelo símile do lótus. Críticos apressados, contudo, chegam a uma conclusão errônea e querem que outros acreditem que o Buddha não era um ser humano.</p>
<p>No Anguttara Nikaya (I, 22), há um claro exemplo em que ele declara que era um ser humano:</p>
<p>“Monges, há uma pessoa (<em>puggala</em>) cujo nascimento neste mundo é para o bem-estar e felicidade de muitos, por compaixão pelo mundo, para o ganho e bem-estar dos deuses (devas) e da humanidade. Quem é essa pessoa (<em>eka puggala</em>)? É o Tathagata, aquele que é um Ser Consumado (arahat), um Ser Supremamente Iluminado (<em>samma-sambuddho</em>)&#8230; Monges, uma pessoa nascida no mundo é um homem extraordinário, um homem maravilhoso (<em>acchariya manussa</em>)”.</p>
<p>Note a palavra pali <em>manussa</em>, um ser humano. Sim, o Buddha era um ser humano, mas não apenas outro homem. Ele era um homem maravilhoso.</p>
<p>Os textos buddhistas dizem que o Bodhisatta (como ele é conhecido antes de se tornar o Buddha) estava no paraíso Tusita (<em>devaloka</em>) mas veio ao mundo humano para nascer como um ser humano (<em>manussatta</em>). Seus pais, o rei Suddhodana e a rainha Mahamaya, eram seres humanos.</p>
<p>O Bodhisatta nasceu como um homem, atingiu a iluminação (estado de Buddha) como um homem, e finalmente faleceu indo ao parinibbana como um homem. Mesmo após sua Iluminação Suprema ele não se nomeou um Deus ou Brahm? ou qualquer “ser sobrenatural”, mas um homem extraordinário.</p>
<p>O Dr. S. Radhakrishnan, um hindu versado nos Vedas e no Vedanta, diz que o Buddhismo é uma ramificação do Hinduísmo, e chega ao ponto de chamar o Buddha de hindu. Ele escreve:</p>
<p>“O Buddha não se sentiu como se estivesse anunciando uma nova religião. Ele nasceu, cresceu e morreu um hindu. Ele reafirmava com uma nova ênfase os antigos ideais da civilização indo-ariana”.</p>
<p>Mas o próprio Buddha declara que seus ensinamentos eram uma revelação de verdades descobertas por ele, desconhecidas de seus contemporâneos, não herdadas de uma tradição passada. Assim, em seu primeiro sermão, referindo-se às Quatro Nobres Verdades, ele diz: “Monges, com o pensamento ‘Esta é a nobre verdade do sofrimento, esta é a sua causa, esta é a cessação e este o caminho que leva à cessação’, veio-me uma visão, conhecimento, sabedoria, intuição e luz concernente coisas nunca ouvidas antes (<em>pubbesu ananussutesu dhammesu</em>)” [2].</p>
<p>De novo, enquanto deixava claro a seus discípulos a diferença entre um Ser Plenamente Iluminado e os arahats, os consumados, o Buddha diz: “O Tathagata, ó discípulos, enquanto arahat é plenamente iluminado. É ele quem proclama um caminho não proclamado antes, ele é o conhecedor de um caminho, alguém que compreende um caminho, que é hábil em um caminho (<em>maggaññu, maggavidu, maggakovido</em>). E agora seus discípulos são caminhantes que seguem seus passos” [3].</p>
<p>O antigo caminho a que o Buddha se refere é o Nobre Óctuplo Caminho e não qualquer ideal da civilização indo-ariana como o Dr. Radhakrishnan imagina.</p>
<p>Contudo, referindo-se ao Buddha, Mahatma Gandhi, o arquiteto da independência da Índia, diz: “Por seu imenso sacrifício, por sua grande renúncia e pela imaculada pureza de sua vida, ele deixou uma indelével impressão no Hinduísmo, e o Hinduísmo tem um débito eterno para com esse grande professor”. (Mahadev Desai, <em>With Gandhiji in Ceylon</em>, Madras, 1928, p. 26).</p>
<p>[1] Asavas são profundas úlceras enterradas nos recessos da mente, a eliminação das quais equivale ao atingimento da iluminação. Asavas são variadamente traduzidos por nódoas, manchas, cancros. A preferência no Nalanda é traduzir por &#8220;ulcerações&#8221;, devido à sua natureza orgânica e biológica sugerida pela palavra no original. Aqui mantemos a preferência do tradutor/autor [Nota: Dhanapala].</p>
<p>[2] Vin. I, 10; V, 420.</p>
<p>[3] SN III, 66.</p>
<p>* <a href="../sala-de-estudos/o-buddha-sua-vida-e-ensinamentos">Acompanhe esta série</a></p>
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		<title>O Triunfo Final</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 19:34:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De pernas cruzadas ele se sentou sob uma árvore, que mais tarde se tornou conhecida como a árvore Bodhi, a “Árvore da Iluminação” ou “Árvore da Sabedoria”, às margens do rio Nerañjara, em Gaya (agora conhecido como Buddhagaya), fazendo o esforço final com uma resolução inflexível: “Embora apenas minha pele, tendões e ossos permaneçam, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De pernas cruzadas ele se sentou sob uma árvore, que mais tarde se tornou conhecida como a árvore Bodhi, a “Árvore da Iluminação” ou “Árvore da Sabedoria”, às margens do rio Nerañjara, em Gaya (agora conhecido como Buddhagaya), fazendo o esforço final com uma resolução inflexível: “<em>Embora apenas minha pele, tendões e ossos permaneçam, e meu sangue e carne sequem e murchem, ainda assim nunca me erguerei deste assento até alcançar a iluminação completa</em> (<em>samma-sambodhi</em>)”. Assim era ele, infatigável no esforço, perseverante na devoção e resoluto em perceber a verdade e alcançar a completa iluminação.</p>
<p><span id="more-491"></span>Aplicando a si mesmo à “observação vigilante da expiração e inspiração” (<em>anapana sati</em>), o Bodhisatta entrou e permaneceu na primeira absorção meditativa (<em>jhana</em>; skt. <em>dhyana</em>). Gradualmente entrou e permaneceu nos segundos, terceiros e quartos jh?nas. Assim, limpando sua mente das impurezas, com a mente assim serena, ele a dirigiu ao conhecimento da rememoração de nascimentos passados (<em>pubbenivasanussatiñana</em>). Esse foi o primeiro conhecimento que atingiu na primeira vigília da noite. Então, o Bodhisatta dirigiu sua mente para o conhecimento do desaparecimento e reaparecimento dos seres de formas variadas, em bons estados de experiência e em estados de miséria, cada qual seguindo conforme suas ações (<em>cutupapatañana</em>). Esse foi o segundo conhecimento atingido por ele na segunda vigília da noite. A seguir, dirigiu sua mente para o conhecimento da erradicação das máculas (<em>asavakkhayañana</em>) [1].</p>
<p>Ele compreendeu como realmente é: “<em>Isto é sofrimento (dukkha), isto é o surgimento do sofrimento, isto é a cessação do sofrimento, isto é o caminho que conduz à cessação do sofrimento</em>”. Ele compreendeu como realmente é: “<em>Estas são as corrupções (asavas), este é o surgimento das corrupções, esta é a cessação das corrupções, este é o caminho que leva à cessação das corrupções</em>”.</p>
<p>Sabendo disso, vendo isso, sua mente foi liberada das corrupções dos prazeres dos sentidos (<em>kamasava</em>), do vir-a-ser (<em>bhavasava</em>) e da ignorância (<em>avijjasava</em>) [2]. Quando sua mente foi assim libertada, veio o conhecimento, “libertado”, e ele compreendeu: “<em>Destruído foi o nascimento, a nobre vida (brahmacariya) foi vivida, foi o que era para ser feito, não há mais disto para vir</em>” (significando que não há mais continuidade da mente e do corpo, não mais vir-a-ser, renascimento). Esse foi o terceiro conhecimento alcançado por ele na última vigília da noite. Isso é conhecido como o <em>tevijja </em>(skt. <em>trividya</em>), o conhecimento triplo [3].</p>
<p>E assim falou estas palavras de vitória:</p>
<p>“Buscando sem achar o mestre-de-obras,<br />
Percorri sucessões de nascimentos:<br />
Ó mestre-de-obras, fostes contemplado;<br />
Esta casa vós não mais erguereis.<br />
Foram todos quebrados vossos caibros,<br />
Também a viga mestre demolida.<br />
Foi minha mente ao não-formado Nibbana<br />
E foi atingido o término de todo anseio”. [4]</p>
<p>Assim o Bodhisatta [5] Gotama, na idade de trinta e cinco, em outra lua cheia de maio (<em>vesakha, vesak</em>), atingiu a Suprema Iluminação ao compreender em toda sua plenitude as Quatro Nobres Verdades, as Eternas Certezas, e ele se tornou o Buddha, o Grande Curador e o Mestre-Médico Consumado que pode curar os males de todos os seres. Essa é a grande vitória imperturbável.</p>
<p>As Quatro Nobres Verdades são a mensagem inestimável que o Buddha deu à humanidade sofredora, para ajudá-la a se libertar dos grilhões de <em>dukkha</em>, e alcançar a absoluta felicidade, a realidade absoluta – Nibbana.</p>
<p>Essas verdades não são sua criação. Ele apenas redescobriu sua existência. Assim, temos no Buddha alguém que merece nosso respeito e reverência não apenas como um professor mas também como um modelo de vida nobre, meditativa e disposta ao auto-sacrifício que devemos seguir se quisermos nos aperfeiçoar.</p>
<p>Uma das notáveis características que distingue o Buddha de outros mestres religiosos é que ele era um ser humano sem ter qualquer conexão que fosse com um Deus ou outro ser “sobrenatural”. Ele não era nem Deus nem uma encarnação de Deus, nem um profeta, nem uma figura mitológica. Era um homem, mas um homem extraordinário (<em>acchariya manussa</em>), um ser único, um homem por excelência (<em>purisuttama</em>). Todos seus feitos são atribuídos a seus esforços humanos e sua compreensão humana. Pela experiência pessoal ele compreendeu a supremacia humana.</p>
<p>Dependendo de sua própria energia infatigável, sem o auxílio de professor algum, humano ou divino, ele alcançou os mais altos feitos mentais e intelectuais, chegou ao cimo da pureza, e foi perfeito nas melhores qualidades da natureza humana. Ele foi uma encarnação da compaixão e sabedoria, que se tornaram os dois princípios norteadores de sua Doutrina (<em>sasana</em>).</p>
<p>O Buddha nunca alegou ser um salvador que tentava resgatar “almas” por meio de uma revelação religiosa. Por sua própria perseverança e compreensão ele provou que há infinitas potencialidades latentes no homem e que deve ser o esforço do homem desenvolver e desdobrar essas possibilidades. Ele provou por sua própria experiência que libertação e iluminação estão plenamente dentro do alcance do esforço humano.</p>
<p>“<em>Religião do mais alto e completo caráter pode coexistir com a completa ausência de crença em revelação em qualquer sentido direto da palavra, e no núcleo daquela religião de uma revelação, um Deus pessoal. Sob o termo Deus pessoal incluo todas as idéias de um assim chamado deus suprapessoal, da mesma natureza espiritual e mental como numa personalidade mas num nível superior, ou de fato em qualquer força ou existência espiritual sobrenatural</em>”. (Julian Huxley, Religion Without Revelation, pp. 2 e 7).</p>
<p>Cada indivíduo deve fazer o esforço apropriado e romper os grilhões que o mantém preso, angariando liberdade das cadeias da existência pela perseverança, empenho e intuição. Foi o Buddha que pela primeira vez na história do mundo ensinou que a liberdade poderia ser alcançada independentemente de uma agência externa, que libertação do sofrimento deve ser forjada e moldada por cada um para si na bigorna de suas próprias ações.</p>
<p>Ninguém pode conceder libertação a outro que meramente suplica por ela. Outros podem nos oferecer uma mão ao nos guiar e instruir, e em outras formas, mas a maior liberdade é conseguida apenas através da auto-realização e auto-despertar para a verdade e não por intermédio de rezas e petições a um Ser Supremo, humano ou divino. O Buddha alerta seus discípulos contra alterar o fardo para uma agência externa, dirige-os aos caminhos do discernimento e da pesquisa, e os exorta a se ocuparem com a real tarefa de desenvolver suas forças e qualidades internas.</p>
<p>[1] Maha Saccaka Sutta, MN 36.<br />
[2] Vê-se também, em outros lugares, a corrupção da visão falsa (ditth?sava) adicionada como a quarta corrupção.<br />
[3] MN 36; I, 249.<br />
[4] Dhp. 153-154. trad. por Ñanamoli Thera<br />
[5] Um Bodhisatta (skt. <em>Bodhisattva</em>) é alguém que adere ou se submete (<em>satta</em>) ao ideal de iluminação, ou conhecimento das quatro nobres verdades (<em>bodhi</em>). Nesse sentido, o termo pode ser aplicado a quem quer que esteja empenhado na suprema iluminação (<em>samma-sambodhi</em>). Um Bodhisatta cultiva plenamente dez perfeições ou <em>parami</em>, que são qualidades essenciais de um padrão muito elevado principiado pela compaixão e sempre imiscuído de compreensão, livre de anseio, orgulho e visões falsas (<em>tanha, ditthi e mana</em>) que qualificam alguém para o estado de Buddha. São: <em>dana, sila, nekkhamma, pañña, viriya, khanti, sacca, adhitthana, metta, e upekkha</em> – generosidade, moralidade, renúncia, sabedoria, esforço, paciência, determinação, bondade amorosa e equanimidade.</p>
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		<title>Autoflagelação</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 13:17:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Havia e ainda há na Índia uma crença entre muitos ascetas de que a purificação e a libertação final podem ser alcançados por rigorosa autoflagelação, e o asceta Gotama decidiu testar a verdade disso. Então lá em Uruvela ele começou uma luta determinada para subjugar seu corpo na esperança de que sua mente, liberta dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Havia e ainda há na Índia uma crença entre muitos ascetas de que a purificação e a libertação final podem ser alcançados por rigorosa autoflagelação, e o asceta Gotama decidiu testar a verdade disso. Então lá em Uruvela ele começou uma luta determinada para subjugar seu corpo na esperança de que sua mente, liberta dos grilhões do corpo, pudesse voar às alturas da libertação. Bastante zeloso foi nessas práticas. Ele vivia de folhas e raízes, num racionamento cada vez mais reduzido de comida; vestia trapos de panos empoeirados; dormia entre cadáveres ou em camas de espinhos. O pauperismo completo de nutrientes o deixou fisicamente lastimável. Diz o Mestre: “Rigoroso fui em minha disciplina ascética. Rigoroso além de todos os outros. Como caniços inúteis e murchos tornaram-se meus membros&#8230;” Em palavras como essas, nos anos posteriores, tendo alcançado a completa iluminação, o Buddha deu a seus discípulos uma impressionante descrição de suas penitências prévias” [1].</p>
<p><span id="more-452"></span>Lutando assim por seis longos anos, ele chegou à porta da morte, mas não se viu mais próximo de seu objetivo. A completa futilidade da autoflagelação tornou-se nitidamente clara para ele por sua própria experiência. Percebeu que o caminho para a fruição de seu ardente anseio residia na direção de uma busca interior para sua própria mente. Sem se desencorajar, sua mente ainda ativa buscou novos caminhos para a meta aspirada. Sentiu, contudo, que com um corpo tão profundamente enfraquecido como o seu, não poderia seguir essa trilha com qualquer chance de sucesso. Assim ele abandonou a autotortura e o jejum extremo, e voltou a ingerir comida normal.</p>
<p>Seu corpo emaciado recuperou sua saúde prévia e seu vigor exaurido logo retornou. Então seus cinco companheiros o deixaram, desapontados, pois achavam que ele havia abandonado o esforço e voltado a uma vida de abundância. Ainda assim, com firme determinação e completa fé em sua pureza e força, sem o auxílio de qualquer professor, sem companhia de ninguém, o Bodhisatta resolveu fazer seu derradeiro esforço na completa solidão.</p>
<p>Na antevéspera do dia de sua iluminação, enquanto o Bodhisatta meditava sentado sob uma árvore Bodhi, Sujata, a filha de um rico senhor, sem saber se o asceta era divino ou humano, ofereceu-lhe arroz com leite dizendo: “Senhor, que suas aspirações sejam coroadas de sucesso!” Essa foi sua última refeição antes de sua iluminação.</p>
<p>[1] Para um relato detalhado ver MN 36 tradução de I. B. Homer em Middle Length Sayings, vol. I (PTS). Ver também R. Abeysekara, “The Master’s Quest for Light” (Kandy, BPS).</p>
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		<title>Esta semana no Sul</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 13:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nalanda</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[ Porto Alegre, RS
17 e 18 de junho - minicurso: “Estágios da Meditação e o Treinamento Buddhista em Dogen” - com o apoio da Sangha Águas da Compaixão. Cf. tb blog Folhas

Confira neste link o programa 

Curitiba, PR
Dia: 19 a 23 de Junho - palestra: &#8220;Os objetivos da meditação e o caminho preparatório&#8221;
Dia 20 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/curso-pa010.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-456" title="curso-pa010" src="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/curso-pa010.jpg" alt="" width="159" height="118" align="left" /> </a><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #800000;"><strong>Porto Alegre, RS</strong></span></span></p>
<p><strong>17 e 18 de junho - minicurso: “Estágios da Meditação e o Treinamento Buddhista em Dogen” - com o apoio da <a href="http://aguasdacompaixao.wordpress.com/" target="_blank">Sangha Águas da Compaixão</a>. Cf. tb <a href="http://folhasnocaminho.blogspot.com/2009/06/meditando-em-poa.html" target="_blank">blog Folhas</a><br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://nalanda.org.br/programacao/rio-grande-do-sul">Confira neste link o programa</a> <a href="http://nalanda.org.br/programacao/rio-grande-do-sul"><br />
</a></strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #800000;"><strong>Curitiba, PR</strong></span></span></p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-459" title="imag0012a" src="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/imag0012a.jpg" alt="" width="159" height="118" align="right" /><span style="color: #000000;"><strong>Dia: 19 a 23 de Junho - palestra: &#8220;Os objetivos da meditação e o caminho preparatório&#8221;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Dia 20 e 21 de junho - workshop “A Preciosidade da Vida”</strong></span> Cf. tb b<a href="http://folhasnocaminho.blogspot.com/2009/06/fim-de-semana-em-curitiba.html">log Folhas</a></p>
<ul>
<li><span style="color: #008080;"> O insight do Buddha</span></li>
<li><span style="color: #008080;"> Reinos da Existência - vendo o samsara na experiência e seu escape<br />
</span></li>
<li><span style="color: #008080;"> Porque renascemos</span></li>
<li><span style="color: #008080;">Karma e seus frutos</span></li>
<li><span style="color: #008080;">Fatores da Iluminação<br />
</span></li>
<li><span style="color: #008080;"> </span></li>
<li><span style="color: #008080;"> Preciosidade da Vida</span></li>
</ul>
<p><strong>Dia 22 e 23 de junho - </strong><strong>minicurso: &#8220;</strong><strong>A Carta a Um Amigo de Nagarjuna do ponto de vista do Buddhismo Antigo</strong>&#8221; - <span style="color: #008080;">um comentário de uma das obras legítimas do chamado &#8220;pai do Mahayana&#8221; e suas fontes no Buddhismo Antigo.<span style="color: #000000;"> Cf. tb <a href="http://folhasnocaminho.blogspot.com/2009/06/preciosidade-da-vida-em-curitiba.html" target="_blank">blog Folhas</a></span><br />
</span></p>
<p><strong><strong><strong><a href="http://nalanda.org.br/programacao/curitiba">Confira neste link o programa</a></strong></strong></strong></p>
	<p></p>
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		<title>A Grande Renúncia</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 13:04:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nalanda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[piyadassi]]></category>

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		<description><![CDATA[No silêncio daquela noite enluarada (era lua cheia de julho, Asalha) pensamentos tais como estes surgiram a ele: “A juventude, o vigor da vida, termina com a velhice e os sentidos do homem lhe falham quando são mais necessários. Os fortes e saudáveis perdem o vigor e a saúde quando a doença subitamente se infiltra. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No silêncio daquela noite enluarada (era lua cheia de julho, Asalha) pensamentos tais como estes surgiram a ele: “A juventude, o vigor da vida, termina com a velhice e os sentidos do homem lhe falham quando são mais necessários. Os fortes e saudáveis perdem o vigor e a saúde quando a doença subitamente se infiltra. Finalmente vem a morte, súbita talvez e inesperada, e põe fim a este breve período de vida. Seguramente deve haver uma escapatória dessa insatisfação, do envelhecimento e da morte”.</p>
<p>Assim, a grande intoxicação da juventude (<em>yobbana-mada</em>), da saúde (<em>arogya-mada</em>), e da vida (<em>jivita-mada</em>) o deixaram. Tendo visto a vaidade e o perigo das três intoxicações, ele foi sobrepujado por um poderoso impulso de buscar e conquistar a Não-Morte, esforçar-se para se libertar da velhice, doença, miséria e morte não apenas para ele mas para todos os seres que sofrem (incluindo sua esposa e seu filho)  . Foi sua profunda compaixão que o levou à jornada que culminou na iluminação, no estado de Buddha. Era a compaixão que agora movia seu coração rumo à grande renúncia e abria para ele as portas da gaiola dourada de seu lar. Foi a compaixão que tornou sua determinação inabalável mesmo em seu olhar de despedida para sua querida esposa, adormecida com o bebê em seus braços.</p>
<p><span id="more-438"></span>Assim, na idade de 29 anos, na flor de sua juventude, no dia em que sua bela Yasodhara havia dado à luz a seu único filho, Rahula, o príncipe Siddharta Gotama, descartando e desdenhando os encantos da vida real, repudiando e afastando alegrias pelas quais a maioria dos jovens anseia, retirou-se, renunciando à esposa, ao filho e à coroa que lhe prometia poder e glória.</p>
<p>Cortou suas longas madeixas com sua espada, livrou-se de suas vestes reais e, colocando o hábito de um eremita, retirou-se para a solidão da floresta para buscar uma solução para esses problemas da vida que haviam de tal modo instigado sua mente. Buscava uma resposta para o enigma da vida, não um paliativo, mas um verdadeiro caminho para além do sofrimento – para a perfeita iluminação e o Nibbana. Sua busca pela suprema garantia contra o aprisionamento – Nibbana (Nirvana) – havia começado. Essa foi a grande renúncia, a maior aventura que a humanidade já conheceu.</p>
<p>Primeiro ele buscou a instrução de dois famosos sábios, Alara Kalama e Uddaka Ramaputta, esperando que eles, sendo mestres de meditação, o ensinassem tudo que sabiam, levando-o aos cumes do pensamento concentrado. Ele praticou concentração e alcançou os maiores feitos meditativos assim possíveis, mas não se satisfazia com nada além da Suprema Iluminação. O escopo do conhecimento desses professores, seu âmbito de experiência mística, entretanto, era insuficiente para lhe conceder o que ele tão ardorosamente buscava, e ele se via ainda longe de seu objetivo. Embora ambos os sábios, cada um por sua vez, tivessem pedido que ele ficasse e os sucedesse como mestre de seus ensinamentos, o asceta Gotama declinou. Prestando-lhes reverência, deixou-os em busca do ainda desconhecido.</p>
<p>Nessas buscas ele finalmente chegou a Uruvela, próxima do rio Nerañjara em Gaya. Foi atraído pelos arvoredos silenciosos e densos, e as águas claras do rio acalmavam seus sentidos e estimulavam sua mente. Próximo ficava uma aldeia de gente simples onde ele podia conseguir suas esmolas. Achando que esse era um lugar apropriado para continuar sua busca pela iluminação, ele decidiu ficar. Logo outros cinco ascetas que admiravam seu determinado esforço se juntaram a ele. Eram Kondañña, Bhaddiya, Vappa, Mahanama e Assaji.</p>
<p>* <a href="../sala-de-estudos/o-buddha-sua-vida-e-ensinamentos">Acompanhe esta série</a></p>
	<p></p>
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		<title>Seminário em Salvador</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 14:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nalanda</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Aconteceu na semana passada, entre 26 e 28 de maio, o Seminário &#8220;Você sabe a cor de Deus? - Diálogos entre religiosidade e ciência&#8221;, patrocinado pela Escola Olodum com o apoio da Petrobrás. Durante três dias, especialistas de diversas áreas se reuniram para trocar idéias sobre multiculturalismo, religiosidade e ciência, desfrutando da hospitalidade baiana. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aconteceu na semana passada, entre 26 e 28 de maio, o Seminário &#8220;Você sabe a cor de Deus? - Diálogos entre religiosidade e ciência&#8221;, patrocinado pela Escola Olodum com o apoio da Petrobrás. Durante três dias, especialistas de diversas áreas se reuniram para trocar idéias sobre multiculturalismo, religiosidade e ciência, desfrutando da hospitalidade baiana. O Nalanda esteve presente na pessoa do prof. de dharma Ricardo Sasaki.</p>
<p><a href="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/semolodummaio09a.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-416" title="seminário olodum maio09 Salvador" src="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/semolodummaio09a.jpg" alt="" width="244" height="181" align="left" /></a>No dia 26, o especialista em sociologia da religião, Reginaldo Prandi, apresentou &#8220;A Origem do Universo, da Terra e do homem sob a ótica da ciência e da religiosidade. O prof. Marcelo Gentil, diretor de projetos do Olodum foi o moderador. No dia 27, o painel &#8220;Multiculturalismo na perspectiva da ciência e da espiritualidade: budismo, protestantismo e indigianismo&#8221;, contou com a presença do psicólogo clínico e diretor do Centro de Estudos Buddhistas Nalanda, Ricardo Sasaki, do mestre em Educação e pastor da Igreja Presbiteriana, João Batista Soares Valença, e da escritora e conselheira do Instituto Indígena de Propriedade Intelectual, Eliane Potiguara. O painel foi moderado pelo prof. Carlos Alberto Santos de Paulo, mestre em políticas sociais e coordenador do Núcleo de Estudos Afro Brasileiros da Universidade Católica de Brasília. Uma descrição informal desse dia <a href="http://folhasnocaminho.blogspot.com/2009/05/axe-salvador.html">se encontra aqui</a>.</p>
<p><a href="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/semolodummaio09b.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-417" title="seminário em salvador olodum maio09" src="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/semolodummaio09b.jpg" alt="" width="257" height="192" align="right" /></a>No dia 28, ocorreu o painel &#8220;Multiculturalismo na perspectiva da espiritualidade: candomblé e catolicismo&#8221;, com a participação de Jaime Sodré, xicarongoma ogan do candomblé e doutor em história da cultura negra; padre Clóvis, jesuíta, teólogo e pesquisador da Un. Católica de Pernambuco; e Veronica Gomes, mestre em sociologia e equede do Ilê Axé Opã Oxagum Ladê de Sergipe, como moderadora. Todos os dias foram encerrados com uma degustação afro e perguntas animadas e interessantes da platéia composta de docentes das escolas de Salvador. Todo o evento foi muito eficientemente coordenado pela Mara Felipe, coordenadora pedagógica da Escola Olodum.</p>
	<p></p>
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		<title>Obrigado Portugal</title>
		<link>http://nalanda.org.br/noticias/obrigado-portugal</link>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 22:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nalanda</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Nossos agradecimentos pela afetuosa recepção em Portugal! Foi um prazer poder sentar com velhos e novos amigos nos breves dias em que lá estivemos. Vivemos em comunidade, sentamos, andamos, comemos e conversarmos sobre o Dhamma juntos. No retiro, pudemos vislumbrar brevemente como o Tríplice Treinamento de sila, samadhi e pañña pode nos ajudar a evitar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://images.rsasaki.multiply.com/image/2:nalanda/photos/33/500x500/36/Grupo-2.JPG?et=Bipe2Otu2WN23mntnGXenQ&amp;nmid=82003069" border="0" alt="" width="274" height="205" align="left" />Nossos agradecimentos pela afetuosa recepção em Portugal! Foi um prazer poder sentar com velhos e novos amigos nos breves dias em que lá estivemos. Vivemos em comunidade, sentamos, andamos, comemos e conversarmos sobre o Dhamma juntos. No retiro, pudemos vislumbrar brevemente como o Tríplice Treinamento de sila, samadhi e pañña pode nos ajudar a evitar de nascer para o sofrimento, mantendo nossa vida refrescada, viva e com menos problemas.</p>
<p>Foi muito bom saber que alguns dos membros do Nalanda e outros praticantes estejam se reunindo regularmente por lá. Em Aveiro, quatro pessoas têm se reunido para meditar. E em Braga, outras quatro pessoas também estão se reunindo regularmente. Isso é excelente! Sentar-se com mais pessoas dá uma energia a mais, motiva e nos faz prosseguir.</p>
<p>Agora, novas viagens estão sendo pensadas com o apoio das pessoas de lá, possibilitando montar um programa que ao mesmo tempo em que esteja aberto a novos participantes, também permita uma construção de conhecimentos e práticas para quem já vem participando do Nalanda e de seus eventos.</p>
<p><img src="http://images.rsasaki.multiply.com/image/3:nalanda/photos/33/500x500/52/facebook-import-Portugal-6.jpg?et=dSd9eclSGFF6Dq4HPKL7jA&amp;nmid=249158687" border="0" alt="" width="285" height="214" align="right" />Aproveitando a visita, conhecemos as belas cidades de Braga e Guimarães. Quem quiser, pode ver <a href="http://nalanda.multiply.com/photos/album/33/Portugal" target="_blank">algumas fotos da visita aqui</a>, juntamente com fotos de visitas passadas.</p>
<p>Fica nosso agradecimento pela contribuição de todos que colaboraram com seu tempo, dedicação, empolgação e interesse no Dhamma, o que tornou essa terceira visita a Portugal novamente em algo memorável. Boa prática e muita serenidade aos amigos de Portugal!</p>
	<p></p>
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		<title>em Birmingham</title>
		<link>http://nalanda.org.br/rewata-dhamma/em-birmingham</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 15:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nalanda</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[rewata dhamma]]></category>

		<category><![CDATA[uttaranyana]]></category>

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		<description><![CDATA[Nossa passagem por Birmingham, UK, foi bastante proveitosa e plena de boa companhia. Fomos recebidos com toda a generosidade do Birmingham Buddhist Vihara, onde o Ven. Uttaranyana já estava nos esperando com um grande sorriso. Ven. Nagasena, Ven. Gosaka, Ven. Rathapala, Dr. Mar Mar e Bill Strongman também estavam lá, enriquecendo nossa visita.

Foram 4 dias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Nossa passagem por Birmingham, UK, foi bastante proveitosa e plena de boa companhia. Fomos recebidos com toda a generosidade do Birmingham Buddhist Vihara, onde o Ven. Uttaranyana já estava nos esperando com um grande sorriso. Ven. Nagasena, Ven. Gosaka, Ven. Rathapala, Dr. Mar Mar e Bill Strongman também estavam lá, enriquecendo nossa visita.</p>
<p><a href="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/img_3839a1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-370" title="BVDT" src="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/img_3839a1.jpg" alt="" width="408" height="304" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Foram 4 dias de muita paz, conversas e também passeios. No último dia também tivemos a oportunidade de passar toda a manha no Birmingham Maha Vihara, com a presença simpática de Ann, Yann e o Ven. Kassapa, todos eles também discípulos do Ven. Rewata Dhamma Sayadaw. Foi entao um grande encontro em família estes quatro dias em Birmingham. Na sala de estudos do site do Nalanda há <a href="http://nalanda.org.br/sala-de-estudos/outros-autores">artigos de Yann e Ann</a>. Yann foi um dos dhammacariyas laicos apontados pelo Ven. Rewata Dhamma para levar adiante seu trabalho e visao. No final fomos presenteados com uma bela estatueta do Buddha.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/sany3499a.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-371" title="sany3499a" src="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/sany3499a.jpg" alt="" width="368" height="275" /></a><br />
Foi uma grande felicidade passar esses dias no<a href="http://www.bbvt.org.uk/Introduction.asp" target="_blank"> templo que nosso professor</a> com tanto carinho construiu para guardar as relíquias do Buddha a ele confiadas, e levar adiante o legado de uma transmissao dos ensinamentos do Buddha. Estar na presença de tudo isso foi inspirador e nos estimula a continuar o trabalho de sermos ¨estudantes do Dhamma¨.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/img_3895.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-372" title="BBVRD" src="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/img_3895.jpg" alt="" width="385" height="288" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Saimos com saudades e boas recordaçoes.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/img_3897a.jpg"><img class="size-medium wp-image-368 aligncenter" title="BBV" src="http://nalanda.org.br/wp-content/uploads/img_3897a.jpg" alt="" width="405" height="300" /></a></p>
	<p></p>
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		<title>Na conferência em Bangkok</title>
		<link>http://nalanda.org.br/noticias/na-conferencia-em-bangkok</link>
		<comments>http://nalanda.org.br/noticias/na-conferencia-em-bangkok#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 02:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nalanda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem acompanha as Folhas no Caminho, creio que estao se divertindo e viajando junto com as ¨Aventuras da Pátchima no Oriente, nao? Enquanto isso, tenho tido pouco tempo para escrever. Além das palestras, reunioes, apresentaçoes, etc, há também os conhecidos e amigos que vao sendo encontrados. No primeiro dia da reuniao, conversamos um pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Para quem acompanha as Folhas no Caminho, creio que estao se divertindo e viajando junto com as ¨<a href="http://folhasnocaminho.blogspot.com/search/label/thailandia2009" target="_blank">Aventuras da Pátchima no Oriente</a>, nao? Enquanto isso, tenho tido pouco tempo para escrever. Além das palestras, reunioes, apresentaçoes, etc, há também os conhecidos e amigos que vao sendo encontrados. No primeiro dia da reuniao, conversamos um pouco sobre viagens a Cingapura e Butao (alguém interessado em ir?), cultura thailandesa e suas diferenças.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" title="com dois mestres do Rinzai Zen" src="http://images.rsasaki.multiply.com/image/1:nalanda/photos/37/600x600/1/IMG-3954-resize.sized.jpg?et=JQwryJvBq1hNFNuFgTdLyg&amp;nmid=241857933" alt="" width="292" height="194" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>com dois mestres do Rinzai Zen do Japao</em></p>
<p style="text-align: justify;">Já no segundo dia, muito proveitoso em termos de contatos. Uma das surpresas foi encontrar o presidente de uma importante associaçao australiana dizendo que uma das coisas em que estava mais interessado em vir à Conferencia era a de conhecer este que vos escreve, pois desde que havia lido um artigo apresentado no Vietnam queria falar em pessoa. Ok ok, quem conhece os lokadhammas nao se deixa influenciar pelos elogios e sabe que na esquina vem as criticas também, mas nao deixa de ser agradável alguém significativo do outro lado do mundo elogiar o que vc escreveu.</p>
<p style="text-align: justify;">E para 2010 ou 2011 alguém muito significativo do Buddhismo engajado americano ¨pode¨ quem saber estar visitando o Brasil a nosso convite. Neste segundo dia conversamos sobre cooperaçao, networking, etc. Na parte formal, uma parte da manha foi passada no painel de traduçao, enquanto que a outra parte mais à tarde foi passada na reuniao privada da associaçao de instituiçoes educacionais buddhistas, com exceçao de uma saída para ver a excelente palestra de David Loy. Nossos queridos amigos da delegaçao indiana, incluindo Dr. Panth, estiveram presentes e mais alguns progressos foram feitos no sentido de avançar vertentes da ¨educaçao nalanda¨ no futuro. E, claro, presentinhos, entre eles coisas indianas da comitiva de lá e um tipo de abajour vietnamita dado por Ajahn Brahmavanso (Brahms).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="assinando um acordo com a Universidade Nalanda e Instituto Somaiya" src="http://images.rsasaki.multiply.com/image/2:nalanda/photos/38/600x600/2/20080914-iabuconf-145.sized.jpg?et=EKTW%2BbC64IOOjDTB5vefGQ&amp;nmid=241860857" alt="" width="286" height="191" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="acordo" src="http://images.rsasaki.multiply.com/image/2:nalanda/photos/38/600x600/3/20080914-iabuconf-146.sized.jpg?et=u6sw6UWnDtSvMhj0jFR2%2Cw&amp;nmid=241860857" alt="" width="287" height="190" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>assinando um acordo de cooperaçao com a Universidade Nalanda e o Instituto Somaiya, 2008</em></p>
<p style="text-align: justify;">Já no terceiro dia estivemos presentes na sede das Naçoes Unidas, onde ocorreu várias  declaraçoes em homenagem ao Vesak, incluíndo a do primeiro-ministro thailandes. Tres dias bem agradáveis, de muitos contatos, amizades e avanços para sempre trazer o melhor do Dhamma para o Brasil.</p>
	<p></p>
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	<p>&copy; nalanda para a <a href="http://nalanda.org.br">Comunidade Buddhista Nalanda</a>, 2009. |
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		<title>Termina mais uma turma online</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 02:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nalanda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[cursos]]></category>

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		<description><![CDATA[Terminou mais uma turma do curso online &#8220;Preparando a Mente para o Caminho&#8221;. Eis depoimentos de alguns alunos que concluíram o curso:
A experiência foi muito boa. O curso me mostrou muitos aspectos interessantes do Buddhismo. Foi uma iniciação ao caminho. Tenho muito que aprender. Me ajudou a desenvolver-me espiritualmente. OG - Belo Horizonte/MG
Este curso apresenta-nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terminou mais uma turma do curso online &#8220;Preparando a Mente para o Caminho&#8221;. Eis depoimentos de alguns alunos que concluíram o curso:</p>
<p><em>A experiência foi muito boa. O curso me mostrou muitos aspectos interessantes do Buddhismo. Foi uma iniciação ao caminho. Tenho muito que aprender. Me ajudou a desenvolver-me espiritualmente. OG - Belo Horizonte/MG</em></p>
<p><em>Este curso apresenta-nos um caminho sem crenças para o treino da mente. Acompanhado de exercícios semanais e com muita interacção entre alunos é um excelente meio para se conhecer um pouco do caminho budista e trocar ideias com outras pessoas interessadas. Recomendo a quem procura viver uma vida com mais sentido e tem interesse em descobrir o que existe de essencial e útil no ensinamento do Buda. LD - Portugal</em></p>
<p><em>Para mim o curso foi ótimo, muito mais do que eu esperava, foi gratificante poder compartilhar com todos, as dúvidas e experiências, é uma pena que acabou. JA - São José/SC</em></p>
<p><em>Adorei a experiência de ter participado neste curso on-line. A forma como foi elaborado, exposto e conduzido, foi sensata, equilibrada e muito agradável. As lições foram proveitosas e a partilha dos colegas muito úteis e interessantes. Gostava de repetir a experiência. SB - Portugal</em></p>
<p><em>Muito obrigada pela convivência colegas. Pena que o curso acabou. Adorei. FR - Belo Horizonte/MG</em></p>
<p><em>O tipo de curso (online) é muito proveitoso, e serviu para eu ver que não sou a única que têm as limitações para seguir o caminho. Que tudo o que acontece comigo é dito como dificuldades dos caminhos de todos. Com as lições aprendi a ter consciência de que necessito muito deste tipo de ensinamento, e que preciso estar o tempo inteiro atenta. Aprendi ainda que posso contar com os amigos, se me esforçar para tê-los por perto, é claro. E que ainda precisaria fazer muitos outros cursos. Este valeu muito a pena e gostaria de realizar outros. BM - Águas Mornas/SC</em></p>
	<p></p>
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	<p>&copy; nalanda para a <a href="http://nalanda.org.br">Comunidade Buddhista Nalanda</a>, 2009. |
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